Filosofias do Despertar, Vanguarda e Tradição

LITERATURA

Hinário Sebastianista - CAPA RGB

HINÁRIO AO REI ENCOBERTO
17 Trovas Sebastianistas

Rémi Boyer

O Sebastianismo, veículo do mito fundador do Rei Encoberto, é um dos três pilares, com o mito do Quinto Império e o Culto do Espírito Santo, de uma Tradição portuguesa tão misteriosa quanto fascinante, tradição cuja operatividade passa pela poesia, sendo esta, por essência, profética.

«Seguir o rasto de um Rei que os homens e os tempos teimaram em matar, denegrir, apagar e encobrir, revela-se tarefa complicada.

Da análise dos documentos resulta que o Rei saiu vivo da batalha e que muito provavelmente acabou os seus dias em Limoges; já a resposta à questão de saber em que circunstâncias lá chegou, por onde andou, como viveu, permanece ainda encoberta, como encoberto foi o seu destino depois do dia 4 de Agosto de 1578.

Tinha razão o povo. O Encoberto não era um fantasma, era El-Rei D. Sebastião que vivia.»

Maria Luísa Martins da Cunha, in Anexo: “No Rasto d’El-Rei Dom Sebastião”

Prefácio: Jorge de Matos

Ilustrações: Lima de Freitas, Carlos Barahona Possollo, Françoise Pelherbe

Publicado sob a égide da Société d’Études et de Recherches sur le Cinquième Empire

Edição Bilingue: Português – Francês

Co-Edição: Zéfiro, Arcano Zero & Rafael de Surtis | www.zefiro.pt

HINÁRIO À DEUSA
Celebração

Rémi Boyer

O Ocidente cristão é renitente em celebrar o Grande Real, o Absoluto, no seu aspecto Feminino, excepto para lhe despir a sua roupagem de Carne.

O Hinário à Deusa não será suficiente para apagar dois milénios de ocultação do Feminino sagrado e secreto. Entreabrem-se, contudo, trinta e três portas, poéticas, mágicas e alquímicas para a Deusa Suprema na qual nós temos a Vida, o Movimento, a Alegria e o Ser, e sem a qual Deus não passaria de um cadáver.

Este hinário recorda-nos de forma simples que a Mulher é o Ser Iniciado e Iniciador por excelência; destina-se a uma prática operativa, real e concreta.

Rémi Boyer oferece-nos aqui uma recolha de hinos que celebram o Sagrado Feminino em todos os seus aspectos:

      poéticos,
            iniciáticos,
                  estéticos,
                        incoeristas,
                              mágicos,
                                    teúrgicos,
                                          eróticos, 
                                                alquímicos,
                                                      artísticos,
                                                            vanguardistas,
                                                                  libertários,
                                                                        …

Co-Edição: Zéfiro & Arcano Zero | www.zefiro.pt

POEIRAS DE ABSURDIDADE SAGRADA
Livro Solar

Rémi Boyer

Num mundo desmobilizado, que recorre a todas as espécies de simulacros e de lazeres para se desviar da Obra e que oscila entre a preocupação racional pela coerência e a pusilanimidade incoerente, Rémi Boyer propõe o Incoerismo como “Imobilidade em movimento”. Não é um sistema nem uma estratégia, antes sim, entre dois impasses, uma terceira via, saída de emergência e única liberdade.

Nesta demanda do Centro, do coração da Rosa – centro que, recorda-nos o autor, é passagem para a Verticalidade –, o Adepto revela-se como um artista que joga e cria; que, despojado de conceitos e de saber, se encontra frente a frente com a Loucura, a Beleza, a Solidão, o Nada; mas, também, que conhece o abraço cintilante, o êxtase do “deus negro”. Grande Jogo que se pratica com irreverência – um dos nomes humanos da Liberdade.

Co-Edição: Zéfiro & Arcano Zero | www.zefiro.pt

O QUADRANTE DO DESPERTAR
Livro Lunar

Rémi Boyer

O Incoerismo, “arte e ciência do Imediatamente” de que fala Rémi Boyer neste livro, é menos pensado do que vivido. Qualquer Via do Despertar passa pelo corpo para que a presença se faça presente. Mas, para isso, o praticante tem de ser capaz de ascese, ser receptivo e inventivo: tal como um eremita ou como o Eremita do Tarot, discípulo de Hermes.

O meditante não pode dissociar-se do praticante: o ser já não é uma cabeça pensante mas sim um corpo que percepciona, que se abre e que vibra, sem outro limite que não seja o Infinito.

Co-Edição: Zéfiro & Arcano Zero | www.zefiro.pt

O DISCURSO DE SINTRA
Metafísica & Iniciação

Rémi Boyer

Se Sintra é o Mons sacer, é a Montanha sagrada, a Serra Solércia, Sol e Lua, Lua e Sol, manancial daquela água-luz que nos ressurge e refresca, devolvendo a visão; é o Eixo vertical que aponta o ponto donde partimos e aonde retornaremos.

Não existe a tradição primordial no sentido que é normalmente entendido. O Ser em si é a Tradição primordial. Qualquer tradição iniciática é um meio hábil, mas feroz.

Com efeito, uma tradição viva é um meio altamente sofisticado, susceptível, quando é vivida incondicionalmente, de nos aproximar do Ser, da libertação, do despertar da consciência. Todavia, enquanto forma, uma tradição só pode ser alienante e encarceradora.

Não é pois a Tradição que pode libertar das limitações demasiado humanas, mas sim a relação mantida com a Tradição, que deve ser elíptica e oblíqua.

Co-Edição: Zéfiro & Arcano Zero | www.zefiro.pt

A TRADIÇÃO MAÇÓNICA
e o Despertar da Consciência

Rémi Boyer

Prefácio de Manuel Anes.

Depois de publicar diversas obras referentes às tradições esotéricas, literárias e filosóficas, Rémi Boyer escreve este ensaio dedicado “a todos os Demandadores”. “Mais um livro sobre Maçonaria!”, pensarão alguns leitores. No entanto, este cria uma ruptura profunda. Coloca os problemas da iniciação maçónica e define até a sua praxis. Este livro vem repor tudo em causa e suscitar o debate, pois, de facto, existem dois conceitos maçónicos que não se podem compreender um ao outro.

Para o autor, a Via maçónica é não apenas uma aprendizagem da liberdade, no sentido profundo do termo, mas, também, uma via para o Despertar. Citando Lautreámont: “O sono é uma recompensa para uns, um suplício par outros, para todos, uma sanção“. Decerto, é disso que se trata, sair do mundo do sono e do sonho, dessa “sanção”, e, sem dúvida, fazer sair o outro se a sua busca for semelhante. Tal como escreveu um filósofo existencialista contemporâneo: “Como posso eu ser livre se os outros não o são?“.

Arcano Zero | www.arcanozero.com

FADO
O Mistério da Saudade

Rémi Boyer

Edição Bilingue.

Este livro é uma ode à própria essência dos fundamentos do espírito secreto de Portugal: a Saudade, o Rei encoberto, o Quinto Império. Desde o séc. XVI, a alma portuguesa conserva e transmite a Tradição do Sebastianismo, do culto do Espírito Santo e do mito do Quinto Império.

O Quinto Império está por vir: é o a unificação da Cristandade e o da Interioridade vivida dando uma expressão da Realidade, o poder do sonho impossível de realizar. Este império surge depois dos quatro anteriores: as monarquias dos Caldeus-Babilónicos, dos Persas, dos Gregos e, por fim, dos Romanos.

Para compreender as referências deste mito, é necessário ter um interesse pelo fundamento misterioso das características fundadores da cultura portuguesa, a Saudade, cujos melhores ilustradores são os artistas com linguagens crepusculares. Uma destas expressões artísticas é precisamente o Fado, este género musical português que toma a forma de um canto melancólico acompanhado por instrumentos de corda.

Co-Edição: Arcano Zero & Rafael de Surtis | www.arcanozero.com

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